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| Imagem: Assessoria/CDP |
Esse novo projeto nasce da necessidade de garantir uma aprendizagem mais acessível e acolhedora para os alunos que, além do câncer, apresentam deficiências ou atipicidades, como Transtorno do Espectro Autista (TEA), Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), Síndrome de Down, dislexia e deficiências intelectuais ou físicas.
“Em 2024, 27 alunos com esse perfil foram acolhidos na CDP - número que vem crescendo a cada ano - e foi sentida a urgência de oferecer um espaço especializado para o desenvolvimento das suas habilidades cognitivas, emocionais e motoras”, salienta a nota.


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