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| Imagem: Reprodução |
A
data não é confirmada, pois pode ser alterada após a negociação que ocorre entre a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e a Contraf CUT, transmite informação da assessoria do Sindicato dos
Bancários do RN.
A
data-base da categoria é 1º de setembro, e este ano está sujeita a nova
Legislação Trabalhista que diz que após o término da validade do Acordo
Coletivo de Trabalho (ACT), que no caso será em 31 de agosto, a categoria perde
todos os direitos adquiridos.
Por
isso a mobilização da categoria teve que ser antecipada.
A
pauta de reivindicações foi entregue em 13 de junho e desde então a Fenaban
marca reuniões infrutíferas com pouca ou nenhuma proposta.
Diante
do lucro exorbitante de mais de R$ 76 bilhões, obtido pelos bancos somente em
2017 (Itaú, Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica e Santander), os bancários
reivindicam ainda, dos banqueiros e do Governo: reajuste de 22%; recomposição
das perdas salariais acumuladas; isonomia; PLR linear; a defesa dos bancos
públicos; mais contratações; plano de saúde com preço justo e rede conveniada
satisfatória; fim do assédio moral; fim das metas; estabilidade no emprego; fim
das demissões imotivadas; segurança nas agências e nos postos de atendimento;
revogação da Reforma Trabalhista; e, a continuidade da luta contra a Reforma da
Previdência.
A
greve é a última instância da luta de classes entre trabalhadores e patrões, no
entanto se faz necessária em momentos de intransigência como o que vivem os
bancários atualmente.
Apesar
de terem batido recordes de lucratividade em 2017, os banqueiros oferecem
apenas a reposição da inflação (o INPC que sequer foi divulgado até o momento).


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