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| Imagem: Ilustração |
Uma
decisão judicial suspendeu o exercício dela em função pública e ainda proibiu o
acesso e frequência à sede ou qualquer outra dependência do poder público
municipal.
A
nota é publicada por meio da página eletrônica do MPRN na internet.
A
decisão foi proferida em desfavor da funcionária pela suposta prática de crimes
contra a administração pública, desvelados na operação Máscara Negra, que foi deflagrada pelo MPRN em abril de 2013 para
desarticular suposto esquema de contratação irregular de empresas para
realização de festividades.
A
servidora está afastada de suas funções desde então, em razão da medida
cautelar criminal, mas permanece ocupando cargo em comissão, de livre nomeação
e exoneração, mesmo após a medida de afastamento em seu desfavor.
Para
o MPRN, “a manutenção da servidora nos
quadros do município é lesiva ao erário, uma vez que a mesma tem recebido,
durante todo esse período, remuneração sem a devida contra prestação, ferindo
os princípios da moralidade e eficiência da Administração Pública”.
O
prefeito de Guamaré tem 10 dias para informar as medidas adotadas para o
cumprimento da recomendação da Promotoria de Justiça de Macau.


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