| Imagem: Reprodução |
O
resultado mostrou um volume total declarado de 689,3 mil toneladas de arroz, ou
seja, 69% a mais do que a quantidade informada em 2017, que foi de 408 mil t.
O
objetivo do estudo é saber a quantidade do produto que está armazenada em
unidades particulares e também qual é o estoque de passagem até o dia 29 de
fevereiro deste ano, data em que finaliza a safra 2016/2017.
Na
pesquisa desse ano, verificou-se que 578 mil t são de arroz em casca e 72 mil t
são de arroz beneficiado.
Já
a posição do estoque público total, na data de referência, era de 25 mil t,
observa informação da assessoria de imprensa da estatal
As
informações consolidadas permitirão ao governo conhecer o balanço da oferta e
demanda e darão subsídios para a elaboração das políticas agrícolas e de
abastecimento relativos à cultura.
Entre
as informações coletadas estão volume, tipo, distribuição espacial e por
segmento de armazenadores do arroz em casca e beneficiado.
O
estudo levou em conta as unidades armazenadoras e indústrias de beneficiamento
localizadas nos maiores estados produtores do Brasil: RS, SC e MT, que juntos
concentram 85% da produção nacional.
As
informações foram coletadas por meio do Sistema de Pesquisa de Estoques
Privados (Sipesp).

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