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| Imagem: Reprodução |
O
Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), do Ministério das Cidades,
publicou no Diário Oficial da União uma resolução que regulamenta a mudança das
placas de todos os veículos registrados no Brasil.
A
medida visa padronizar o emplacamento dos países que são membros do Mercosul,
registra informação de Cíntia Moreira, repórter da Agência do Rádio.
As
placas terão selos federais e chips de identificação, fabricados pela Casa da
Moeda do Brasil e terão elementos que permitem maior segurança e identificação
automática dos veículos, como QR Code e número de ID único.
Somente
o Denatran poderá credenciar as empresas fabricantes de placas, diferentemente
do modelo atual, de responsabilidade de cada órgão de fiscalização estadual, o
Detran.
Dessa
forma, o custo da chapa será padronizado nacionalmente.
A
resolução entra em vigor a partir de setembro, sendo obrigatório para os
veículos novos que receberão o emplacamento e também para os que optarem por
mudar o domicílio.
A
troca da chapa para veículos já emplacados será opcional até 2023.
Depois
disso, todos os veículos brasileiros deverão ter essa nova placa.
Reboques,
semirreboques, triciclos, motonetas, ciclos elétricos, quadriciclos, ciclomotores
e tratores serão identificados apenas pela placa de trás.
A
nova placa conta com a cor branca, margem azul superior e emblema do Mercosul à
esquerda.
Além
disso, terá o nome do país ao centro e a bandeira nacional à direita, com
linhas onduladas horizontais e marcas d'água com a logo do Mercosul.
O
que muda é a categoria dos veículos, que vai ser indicada pelas diferentes
cores da combinação alfanumérica.
Por
exemplo, carros particulares terão os números e letras escritos em preto; os
comerciais, usarão a cor vermelha; os carros oficiais, terão a cor azul.
Já
os carros que são usados para aprendizagem, terão os números e letras escritos
em verde; os diplomáticos usarão a cor dourada e os carros de colecionadores,
terão placas com a combinação alfanumérica estampada na cor prata.
O
objetivo é combater a criminalidade e a reintrodução de veículos roubados nas
frotas dos países.
Com
a instalação do chip de monitoramento, vai ser possível fazer uma integração
com o banco de dados das forças policiais para possíveis investigações, além de
facilitar a fiscalização e os estudos em estradas brasileiras.


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