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| Imagem: João Gilberto/Assecom |
A
importância dos bancos postais nas agências dos Correios dos municípios do
estado será discutida em audiência pública, nesta quinta-feira (31), às 15h, no
auditório da Assembleia Legislativa do RN.
Proposto
pelo deputado Fernando Mineiro (PT), o debate é resultado da luta do Sindicato
dos Trabalhadores dos Correios do RN (Sintect/RN) pela manutenção dos
vigilantes das agências e funcionamento dos 118 bancos postais do estado, face
à decisão de redução orçamentária anunciada pela empresa prevendo a demissão
destes profissionais.
“Essa medida vai impactar diretamente o
funcionamento de 118 Bancos Postais do nosso estado, inviabilizando o
funcionamento dos mesmos, e vai trazer profundas consequências na vida da
população que hoje se beneficia dos serviços prestados pelos Bancos Postais nos
109 municípios do RN”, alerta o deputado, conforme informação da assessoria
de imprensa da ALRN.
No
estado existe um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado entre a Empresa
Brasileira dos Correios e Telégrafos (ECT) e o Ministério Público do Trabalho
do RN (MPT/RN) determinando que os bancos postais só funcionem com a presença de
vigilantes, em cumprimento às normas relacionadas a manuseio de valores.
“Ou seja, se houver a retirada dos vigilantes
das agências de Correios que funcionam também como bancos postais, o serviço
deixará de ser executado”, explica o parlamentar.
O
Banco Postal é um serviço oferecido nas agências dos Correios que garante à
população o acesso à atendimentos bancários básicos como abertura de conta,
empréstimo, cartão de crédito, pagamento de benefício do INSS, recebimento de
contas, títulos, tributos, taxas e contribuições da previdência (GPS).
O
Sintect/RN tem articulado mobilizações e audiências nos prováveis municípios a
serem afetados com o fechamento dos bancos postais.
Participarão
do debate representantes do Sintetc/RN, Correios, Federação dos Municípios do
RN (Femurn), Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios,
Telégrafos e Similares (Fentect), MPT/RN, Central Única dos Trabalhadores do RN
(CUT/RN), além de parlamentares e sociedade civil.


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