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| Foto: Tereza Sobreira/Assessoria |
Cerca
de 38 mil militares das Forças Armadas estão preparados para atuar na área de
segurança dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 em um esquema de trabalho
integrado com o Ministério da Justiça, com a Agência Brasileira de Inteligência
(Abin) e com órgãos de segurança ligados aos governos estaduais e municipais.
Os
militares atuarão durante as competições no Rio de Janeiro e nas cidades que
receberão as partidas de futebol: Brasília, São Paulo, Belo Horizonte, Salvador
e Manaus.
Cerca
de 20 mil desses militares ficarão no Rio de Janeiro, divididos entre as quatro
regiões olímpicas: Copacabana, Maracanã, Barra da Tijuca e Deodoro.
O
modelo de operação integrada já foi adotado, com sucesso, em outros eventos
sediados no Brasil, como os Jogos Pan-Americanos (2007), os Jogos Mundiais
Militares (2011), a Conferência das Nações Unidas Rio+20 (2012), a Jornada
Mundial da Juventude (2013), a Copa das Confederações (2013) e a Copa do Mundo
FIFA 2014.
As
ações de segurança se dividem em três eixos: segurança pública, defesa e
inteligência.
As
funções e responsabilidades de cada um desses eixos estão estabelecidas no
Plano Estratégico de Segurança Integrada (PESI), destaca informação da
assessoria de imprensa do Ministério da Defesa, na capital federal.


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