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| Imagem: Ilustração |
Os estabelecimentos foram construídos sem a devida licença dos órgãos competentes, provocando poluição ambiental e ocupando irregularmente terrenos de marinha pertencentes à União, informa o MPF.
A atuação conjunta do MPF, do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do RN (Idema/RN) e da Polícia Federal (PF) já havia garantido a interrupção do descarte irregular de efluentes na referida praia.


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