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de 14 policiais cumpriram três mandados judiciais de busca e apreensão e uma
medida cautelar de afastamento de função pública.
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| Imagens: Reprodução/PF |
As
diligências buscam reunir provas dos crimes investigados e evitar a
continuidade dos atos de corrupção, declara informação da assessoria da PF, na
capital do estado.
Iniciadas
há oito meses, as investigações partiram de informações que davam conta de que
uma funcionária do Incra/RN estaria cobrando valores de assentados para
realizar a regularização de seus cadastros junto ao Sistema de Informações de
Projetos de Reforma Agrária (Sipra).
Diante
da gravidade dos fatos, a Justiça Federal do RN (JFRN) acolheu a representação
policial e, além das medidas de busca e apreensão, determinou o afastamento
daquela funcionária.
Ainda
durante o decorrer dos levantamentos restou evidenciado que a envolvida
efetivamente cobrava quantias que variavam de R$ 200,00 a R$ 1,5 mil de cada
assentado para realizar a liberação destes no referido sistema, sendo
identificadas, até a data de hoje, pelo menos oito condutas de corrupção ativa
e passiva.



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