| Imagem: Assessoria |
A
construção da Usina Solar Assú V, pela ENGIE Brasil Energia, avança em sua fase
final de implantação.
Na
madrugada da última quarta-feira (13) foram iniciados os testes de transmissão
de energia da usina, com a energização da linha de transmissão, cuja tensão é
de 138 kV, que conecta as subestações da Assú V até Açu II da CHESF,
completando a conexão ao Sistema Interligado Nacional (SIN), diz o texto
produzido pela assessoria de imprensa da empresa.
Com
a liberação do Operador Nacional do Sistema (ONS), o circuito iniciou a
operação experimentalmente a partir de 1h10 da madrugada, período em que foram
realizados com êxito os primeiros testes do dia, comprovando o pleno
funcionamento de todos os equipamentos.
Ao
longo da quarta-feira os trabalhos continuaram para completar a operação em
teste nas 30 unidades geradoras da usina, quando também foram colocadas à prova
todas as suas funções.
A
energização da linha e também dos transformadores é um importante passo para
que a energia gerada pelas placas solares seja colocada em sincronismo com o
SIN, pois garante que está importante parte do sistema esteja funcionando
corretamente.
“Hoje [quarta-feira] a gente termina uma fase
bem importante da nossa obra. Com essa energização da usina nós já conseguimos
nos conectar ao Sistema Interligado Nacional [SIN]. O período de teste demora
normalmente uma semana, e se todos os nossos equipamentos estiverem se
comunicando bem com nosso Centro de Operação, que é lá em Florianópolis [SC], e
o ONS, em Recife [PE], devemos receber a autorização da própria ONS e despacho
da ANEEL no máximo em dez dias para entrar em operação comercial ainda este ano”,
explica o engenheiro responsável pela técnica e comissionamento da Assú V,
Maurício Trevisan.
Localizada
à margem da rodovia BR-304, km 99, a Usina Solar Assú V é fruto do Leilão de
Reserva realizado em novembro de 2015, junto à Agência Nacional de Energia
Elétrica (ANEEL), sendo a primeira de cinco centrais de geração de energia
solar da ENGIE previstas para região, formando o Complexo Fotovoltaico Assú.
“Este projeto é extremamente importante como
marco inicial para ENGIE na geração comercial de energia solar fotovoltaica,
tanto pelo prazo que a gente teve para atingir a meta de transmissão como por
ser a nossa primeira usina solar de grande porte. A Assú V é uma usina de larga
escala e representa o primeiro grande projeto de energia solar da ENGIE no
Brasil. Portanto, essa obra é de grande importância para nós, tanto para equipe
de implantação, de operação e para empresa como um todo”, afirma o gerente
de Obras da ENGIE em Assú, Rafael Caldeira.
O
investimento é cerca de R$ 220 milhões e a capacidade instalada é de 30MW.
As
obras tiveram início em 31 de março de 2017, representando cerca de nove meses
de implantação do projeto.
E
para conectá-la ao SIN, foram construídos 14 quilômetros de linha de
transmissão até a subestação Açu II, de propriedade da CHESF, situada na
RN-016, entrada de Assú.
Toda
energia gerada pela Assú V será conectada à reserva energética do Brasil
através do Sistema Interligado Nacional.

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