![]() |
| Imagem: Reprodução |
A
matéria foi aprovada na Assembleia Legislativa do RN e deverá ser sancionada
pelo Governo do Estado, relata informação da assessoria da parlamentar.
Além
dos presos e apenados, a matéria ainda determina que os homens agressores que
respondem a processos judiciais da Lei Maria da Penha, e usem a tornozeleira
para o cumprimento de medidas protetivas, também devem arcar com o custo do
equipamento.
A
matéria ainda especifica que o uso do equipamento é gratuito para os presos
considerados pobres perante a legislação federal.
O
texto do Projeto de Lei esclarece que o equipamento de monitoramento eletrônico
será concedido no prazo de 24 horas após a confirmação do pagamento, que deverá
ser realizado a cada 30 dias.
A
matéria estipula que o valor a ser pago será calculado a partir do custo total
mensal do sistema, dividido pelo número de usuários do equipamento.
“Desde que as tornozeleiras foram implantadas
no sistema penitenciário do estado em 2016, por cada preso o Governo gasta
cerca de R$ 275,00 por mês com a manutenção. É um custo elevado para os cofres
públicos. Boa parte dos apenados tem poder aquisitivo e pode contribuir com o
custeio equipamento, que permite que eles cumpram a pena com relativa liberdade”,
ressalta Cristiane Dantas.
Os
recursos arrecadados com a contribuição dos apenados serão destinados para uma
conta específica e servirão para adquirir novos equipamentos e, assim,
beneficiar outros presos que possam cumprir pena com o monitoramento
eletrônico.
De
acordo com dados da Secretaria Estadual de Justiça e Cidadania (Sejuc) 570
tornozeleiras estão em uso no RN.


Nenhum comentário:
Postar um comentário