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| Foto: Reprodução |
O
índice de Confiança dos Pequenos Negócios (ICPN) do RN atingiu 93 pontos em
março, um recuo de 10 pontos em relação ao mês anterior.
Apesar
da queda no nível de otimismo do empresariado potiguar de pequeno porte, o
indicador superou a média nacional, que chegou aos 89 pontos, o menor já
registrado desde o início do estudo, em maio de 2012.
A
média da região Nordeste, no entanto, superou a potiguar em um ponto, ressalta
informação da Agência Sebrae de Notícias.
O
ICPN é calculado mensalmente pelo Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena
Empresa (Sebrae) em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas
(Fipe) e funciona como um sinalizador do humor do empresário, apontando um
direcionamento da economia.
O
objetivo da pesquisa é medir o impacto da conjuntura econômica nos Pequenos
Negócios e suas expectativas.
No
RN, entre os setores pesquisados, o da construção civil registrou o maior nível
de confiança, com 100 pontos, seguido do comércio, que teve 96 pontos.
Já
na indústria e no setor de serviços a taxa de otimismo ficou estabelecida em 86
pontos.
O
ICPN varia em uma escala que vai de zero a 200.
Acima
de 100, o indicador revela tendência de expansão das atividades, enquanto
abaixo desse valor direciona para possível retração.
O
intuito da pesquisa é medir o impacto da conjuntura econômica nos pequenos
negócios e as expectativas dos empreendedores.
De
acordo com o levantamento, a maior parte dos proprietários de pequenos negócios
– que representa cerca de 99% das empresas do RN – não têm expectativas de
ampliar receitas ou quadro funcional até abril.
Pelo
indicador, 44% dos empresários potiguares devem manter o faturamento médio
mensal, 36% esperam ampliar os rendimentos e 21% acreditam que haverá redução
no trimestre (fevereiro, março e abril).
Em
relação ao quadro de empregados, o ICPN revela que a maior parte (88%) vai
manter o mesmo número de empregados, enquanto 7% planejam demissões até abril.
Apenas
5% dos entrevistados pensam em novas contratações.
Nacionalmente,
a expectativa de “aumento” de pessoal ocupado no trimestre que vai até abril é
mais forte nas empresas da construção civil e indústria.
Foram
entrevistados 200 empresários potiguares para compor o índice.
No
total, a pesquisa entrevistou seis mil empresários do país, entre donos de
pequenas empresas, microempresas e Microempreendedores Individuais (MEI).
As
entrevistas foram realizadas entre os dias 1º e 29 de fevereiro.
A
margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para os dados nacionais
e sete pontos percentuais para os dados estaduais.


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