| Heliomar Alves |
Uma
chapa já está registrada, encabeçada por Breno Lopes (PP), primo do chefe do
Executivo municipal.
Pode
ser que surjam outras opções, até porque, nos subterrâneos do Palácio Ulysses
Caldas, o ranger de dentes de alguns vereadores já foi notado.
Um
cidadão que pertence ao quadro efetivo da Prefeitura, lotado numa das repartições
alojadas no Centro Administrativo, ligou para dizer que a prematura escolha da
futura mesa diretora para o biênio 2015/2016 é reflexo do desconfiômetro que foi ligado repentinamente em algumas lideranças
governistas.
É
que assim, de uma hora para outra, perceberam que o PMDB poderia chegar muito
forte na eleição sucessória municipal de 2016.
É
que, além do vice-prefeito Eurimar Nobrega, o partido ainda poderia permanecer
na presidência da Câmara numa eventual reeleição do vereador Heliomar Alves.
Por
isso, pensou-se rapidamente numa solução, por assim dizer, doméstica.
E,
deste modo, adota-se a precaução necessária para o PMDB ficar do tamanho que precisa ter para não criar desconforto.
É
assim ou não?
Nenhum comentário:
Postar um comentário